quinta-feira, 13 de maio de 2010

Meu Primeiro Amor

Era um domingo a tarde, muito ensolarado por sinal, tipo esses dias de janeiro que estamos tendo agora em todo o Espírito Santo, tinha aproximadamente uns 12 anos, não me lembro bem, afinal já faz tanto tempo, mas não tem importância, permita-me ater-me ao fato.

O fato é que era um domingo, a tarde, e estava muito quente, meu irmão, de 15 anos, 3 vizinhos de idades bem parecidas, e eu estávamos tomando banho num lago que havia bem próximo de nossas casas, sabe, morávamos no interior, todos próximos, e havia vários riachos na região, todos muito bons, hoje já bem devastados pelos fazendeiros que adquiriram as terras.
O fato é que estávamos todos tomando banho no lago, a tarde, muito quente, todos de cueca, essa era a melhor parte, os vizinhos, dos 3, haviam 2 que me deixavam louco, eram maravilhosos, um deles, alguns anos mais velho que eu, um corpo escultural, devia ter uns 18 anos, quase tive um treco o dia que, numa das aventuras que fizemos até uma praia, Guriri, em São Mateus, ao voltar da praia, na ducha para tirar o sal antes de entrar em casa, ele tirou a cueca, ficou totalmente nu, minha nossa, não sabia para onde olhar, nunca tinha sentido o coração bater tão forte, mas também convenhamos, a pessoa que você mais admira, acha um verdadeiro gato, de repente está pelado na sua frente, vai fazer o que ? Tem mais é que olhar mesmo uai! Depois me acabei no banho, é claro.
Mas, voltando naquele domingo a tarde, ensolarado, a certa altura, um a um foi indo embora, por final, ficamos meu irmão, eu e um dos vizinhos, um pouco mais jovem que eu, devia ter 11 anos na época, um espetáculo de garoto, me lembro bem que adora ficar pulando da parte mais alta dentro d’agua, claro, também estava de cueca, aquelas de algodão, que fica coladinha no corpo quando molhadas, e pra piorar a minha situação era branca, ai ai.
Num dado momento, a hora em que ele foi pular, meu irmão, de sacanagem, disse pra ele pular pelado, ele fez de conta que nem ouviu, pulou de cueca mesmo, minutos depois dentro d’agua,  ele tirou a cueca e ficou com ela não em dúvida se pulava pelado ou não, estava com vergonha de ter alguém por perto e ver. Enquanto decidia, mergulhamos um pouco, fizemos a marcação, sabe, alguém fica num ponto do lago em pé, com a pernas abertas e água até no peito, um outro fica a alguns metros na mesma direção, um terceiro tem de mergulhar passando por debaixo da perna do primeiro e indo até o segundo sem vir a tona, era uma dessas manias que pegam de vez em quando, sempre que tinha uma turma no lago, faziam isso. A certa altura, esse vizinho gostosinho tirou a cueca de novo e falou que ia pular pelado, nossa…,já imaginaram a pressa de meu coração é! Sem falar nada, mas louco pra que ele realmente pulasse pelado, e foi, aos poucos, meio tímido, saindo da água devagar, olhando para os lados, eita visão do paraíso aquele momento, um bumbum branquinho, lisinho, redondinho, lindo…aff! Se posicionou num local um pouco mais baixo, uma pena que sempre tapando a parte da frente com as mãos, e pulou, tinha a esperança que ao menos no pulo tirasse as mão da frente do pintinho, mas não, pulou todo durinho, tapando o bichinho, nossa, foi lindo.
Minutos depois meu irmão também foi embora, ficamos sozinhos, eu, a esse altura, nem me atrevia a sair da água, tinha algo bem volumoso dentro da cueca, comecei a dar uns mergulhos meio tímido, ele também fez, deu uma nadada, ai mostrou aquele bumbum lindo de novo, pois ainda estava pelado com a cueca na mão, em seguida, pediu que eu ficasse em pé num ponto do lago, ele ia passar debaixo das minhas pernas, gelei nesse momento, afinal, ele estava nu, e fiz, ele mergulhou, eu estava louco para abaixar minhas mãos e deixa-las deslizar sobre seu corpo enquanto ele passava, mas me segurei,não fiz, ele, no entanto, não fez como de costume, segurar nos tornozelos de quem está em pé e se impulsionar para frente, mas, segurou acima de meus joelhos, não mergulhou no fundo, mas, mais na superfície,logo abaixo da minha cintura, bem no meio das minhas pernas, gente, aquilo me deixou louco, assim que ele voltou a superfície, era minha vez, falei para ele ficar onde eu estava, e fui, não fui ousado, mas também não fiz nada diferente, segurei em suas pernas, tão lisinhas, macias, logo acima do joelho, e fui, assim como ele fez, afinal, se ele tivesse segundas intenções, eu teria correspondido a provocação dele, senão, teria feito apenas o que ele fez, afinal eu não estava com segundas intenções, já estava na sexta ou sétima, rsrs.
Assim que voltei à superfície, observei que ele estava colocando a cueca, branquinha, na margem do lago, estava definitivamente como veio ao mundo e disse que ia de novo, adorei claro.
Mergulhou e foi, dessa vez foi diferente, bem feito, mas diferente, tudo pareceu acidental, ele mergulho mais raso, mas a água turva não deixou eu ver nada, apenas percebi a hora que ele deu de cara na minha cintura, isso, bem nessa região, ai não tinha o que esconder, com certeza percebeu minha excitação, eu, meio sem saber o que fazer, mas adorando aquele momento, abaixei as mãos rapidamente, apoiei em suas costas e o afundei um pouco de leve, ele passou rosando em tudo, e eu apenas deixei minhas mão deslizarem sobre seu corpo, bem, afinal, foi ele que provocou, e ele passou devagarinho, minhas mão ficaram…, imóveis…, até parece que ia tirar, já estavam lá, lá ficariam, e ficaram, ele foi passando, minhas mãos descendo, e é claro que peguei, na hora certa, até dei aquela apertadinha naquele bumbum lindo, muito fofo, ao passar, emergiu como se nada tivesse acontecido, fui eu novamente, agora um pouco mais ousado, afinal, depois disso, não há dúvida que ele também está curioso, mergulhei, coloquei as mãos em suas pernas, neste instante já senti suas mãos em minhas costas, ai fiquei tranqüilo, fui passando devagar, encostando em tudo,e ao passar, não me impulsionei para frente não, tirei uma das mãos de sua perna, a outra, pus entre suas pernas, e fui subindo levemente, ele ficou paradinho, até que peguei na penquinha, que já não era no diminutivo mais a essa altura, fiz aquele carinho e levantei, afinal, não sou peixe, tinha de respirar, assim que levantei, ele já estava preparado para ir novamente, nem respirei direito e ouvi dizer, “já estou indo”, e foi, dessa vez, pegou firme em meus tornozelos e os puxou para traz junto com ele, me desequilibrei, cai na água, a hora que consegui levantar, que me dei conta, minha cueca estava nas mãos dele e eu, nu, como ele, aquilo foi o ápice da excitação, depois desse momento, só rolou troca de carinhos, amassos, apertos, não rolou nenhum beijo, afinal, 12 e 11 anos, bem novos, para ele acho que era só curiosidade mesmo, bem que eu queria beijar aquela boquinha rosada linda, mas não me atrevi, todas aqueles amassos, caricias e a masturbação prazerosa que rolou no final já valeu a pena, aquela noite nem dormi direito, só pensava nele, ele tirando minha cueca, passando a mão em mim e eu nele, um masturbando o outro, foi tudo de bom, tão bom que devo ter feito isso sozinho mais umas 3 vezes aquela noite, pensando nele.
Essa foi a primeira vez, inesquecível, tiveram outras, claro, mas isso é assunto para outro dia.

Um comentário:

  1. pois pode contar toda a história, você leva jeito pra esse tipo de conto, não é pornografico nem mal educado, a cada mergulho fiquei mais abismado como um texto tão longo, que dá até preguiça de olhar prende a cada palavra. engraçado como a leitura ficou leve e ingenua, coisa de garotos mesmo. parabens garoto.

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